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A Lei da Mediação completou cinco anos no último dia 26 de junho, abrindo espaço para um novo e promissor cenário nas relações de conflito, tendo como principal bandeira, a cultura da paz. Ao lado da arbitragem e da conciliação, a mediação é um dos principais métodos para a solução de desavenças, com a participação de uma terceira pessoa, neutra e imparcial, conhecida como mediador, cuja missão é prestar auxílio para que as partes cheguem ao melhor acordo para ambas, evitando o desgaste natural, os elevados custos e a eternização das demandas, características comuns dos processos judiciais.
Num ambiente de competitividade, não raro surgem conflitos entre funcionários, via de regra, acompanhados por sentimentos negativos, como por exemplo, raiva, stress, frustração, nervosismo, irritação, inveja, ciúme, carência, medo, desprezo, falta de motivação, dentre outros.

É inegável que a grande maioria dos trabalhadores passa mais tempo na empresa do que em suas próprias casas e também não se pode fechar os olhos para o fato de que a convivência entre os colegas de trabalho nem sempre é pacífica e amorosa, interferindo diretamente na produtividade das pessoas e causando impactos indesejáveis no rumo dos negócios.
Nesse contexto, uma mediação conduzida por profissional capacitado buscará identificar a origem dos conflitos interpessoais, evitando desgastes emocionais desnecessários com o consequente oferecimento das melhores alternativas para o restabelecimento de um ambiente de trabalho mais sadio e que todos se sintam peças importantes na engrenagem do sistema.

Através do diálogo com os setores envolvidos, o mediador poderá utilizar ferramentas de facilitação, como a negociação, a escuta ativa e até mesmo a inteligência emocional a fim de construir o caminho para que as partes envolvidas solucionem o incômodo até então insuperável, seja pela diferença dos perfis dos empregados e colaboradores, seja pela diversidade de
gerações, níveis culturais, escolaridade etc.

Lidar com pessoas requer preparo, controle, conhecimento e habilidades pessoais e profissionais, além de bom senso, carisma, respeito e empatia de modo que as partes se sintam seguras e confiantes para, juntas, desatarem os nós que impedem que suas rotinas laborais fluam de maneira suave e colaborativa, pautadas nos princípios da comunicação não violenta.

Mediar é preciso: conheça, divulgue e participe desse novo tempo nas relações humanas onde todos sairão ganhando, seja presencialmente ou à distância (online).

A mediação é uma realidade que veio para ficar!

Verônica Estellita é Sócia Executiva e Fundadora da Mediathus – CMSC – Câmara de Mediação e Solução de Conflitos Ltda. Graduada em Direito – Unipli/Niterói. Mediadora Judicial Sênior – Certificada pela Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro – Emerj. Mediadora Judicial Registrada no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro/RJ. Mediadora Judicial Cadastrada no CNJ. Mediadora Especializada em Mediação Condominial. Conciliadora formada pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro/RJ. Advogada autônoma, especializada em Direito do Trabalho.

 

Levy Pinto de Castro Filho é Consultor e Mediador da Mediathus – CMSC – Câmara de Mediação e Solução de Conflitos. Possui certificação internacional em Mediação (ICFML/IMI) e em Negociações de sucesso: estratégias e habilidades essenciais (Coursera/University of Michigan). Graduado em Direito (PUC-Rio). Pós-graduado em Direito Privado e em Direito da Administração Pública (UFF). Mestre em Direito das Relações Econômicas (UGF).

 

 

**Toda terça-feira o Programa DESATANDO NÓS publica um texto de um (a) convidado (a) sobre mediação de conflitos no nosso site. Acompanhe e compartilhe com amigos e familiares!